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Rosa Marya Colin

CANTORA E ATRIZ

 

Rosa Marya Colin é uma das vozes mais marcantes e respeitadas da música brasileira. Com uma carreira que ultrapassa 60 anos, ela se consolidou como uma artista completa: cantora, atriz e presença cênica arrebatadora. Seu talento foi descoberto por Roberto Menescal que a produziu. E também foi apadrinhada por Wilson Simonal, que reconheceu em Rosa uma força vocal e uma identidade artística únicas.

Conhecida do grande público por sua forte interpretação de Califórnia Dreamin', Sempre transitou entre jazz, blues, MPB, spirituals e pop. Ao longo de sua jornada se apresentou em festivais no Brasil, México,Europa e Estados Unidos. Além da música, brilhou no teatro musical com clássicos como Hair, Presença de Vinicius e Noviças Rebeldes. Na TV, marcou época em novelas como Fina Estampa, Ti-ti-ti e Sinhá Moça, e eternizou personagens emblemáticas como a Tia Anastácia no Sítio do Pica-Pau Amarelo. Também foi a inesquecível Escrava Anastácia na TV Manchete. Dirigida por importantes nomes dentre eles Zé Maurício Machline. Seu show Estação 50 percorreu espaços culturais de referência, como o Sesc Rio e a Caixa Cultural de Brasília, celebrando cinco décadas de excelência artística.

Seu timbre inconfundível e sua capacidade de emocionar fazem dela um verdadeiro

patrimônio vivo da cultura brasileira.

CANTORA E COMPOSITORA

 

Desde sempre Fatima Guedes é apaixonada pelo fenômeno da Chuva. É muita mágica, é muita água, caindo do céu. Em 2025 este novo show 7 CHUVAS surge para refrescar e evocar lindas canções

da nossa MPB que falam da Chuva. No roteiro foram lembrados muitos

autores, Tom Jobim, Ivan Lins, Tito Madi, Jorge Benjor, dentre outros. Ainda no repertório as autorais de Fatima, Faca, Arco-Iris, Condenados, Santa Bárbara, algumas inéditas como A Índia, Chuva Sertaneja e Poder da Lira. Para reverenciar tão belas chuvas a cantora conta com músicos de excelência: . Jean Charnaux (direção musical/

violões/ arranjos) . Eduardo Neves (sax/ flautas/ arranjos) . Zé Luiz Maia

(contrabaixo) . Flavinho Lima (percussões) E mais! A participação do Arranco de Varsóvia com os queridos Paulinho Pauleira (vocais/ teclados/ arranjos), Andréa Dutra (vocais) e Cacala Carvalho (vocais) Tudo isso sob o olhar carinhoso de Luiz Fernando Lobo (Armazém da Utopia) na direção geral. Fatima promete um show pra deixar a alma da gente com aquele cheirinho de terra molhada.

Fátima Guedes

Jaime Alem

COMPOSITOR, INSTRUMENTISTA, ARRANJADOR E DIRETOR MUSICAL

 

Com mais de 50 anos de carreira, destacou-se em vários segmentos da produção musical brasileira, em trilhas para cinema, teatro e televisão, e trabalhos realizados com grandes artistas, como Elba Ramalho, Alcione, Nair Cândia, Zeca Pagodinho, Sueli Costa e outros. Diretor musical de Maria Bethânia por 28 anos, para quem produziu mais de 20 álbuns, participando de inúmeras turnês no Brasil e no exterior. Discos gravados em duo com a cantora Nair Cândia, gravou os CD instrumental de viola "Dez Cordas do Brasil" e "Meu Relicário". Fez a Direção musical do show e do disco "Três Meninas do Brasil". Apresentou-se em grandes teatros e casa de shows pelo mundo afora. Para o sambista Dicró produziu vários CDs, como o fantástico “Três Malandros”, com a par ticipação de Moreira da Silva e Bezerra da Silva, Direção Musical de show e CD "Três Meninas do Brasil". PROJETOS RECENTES • Outubro de 2021- Concertos em Homenagem a Vinicius de Moraes - Teatro João Caetano RJ com a OSRJ-Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro, Haroldo Costa, Joyce Moreno, Marcos Sacramento, Marcel Powell. • 2022 - Lançamento CD ALUAYÊ - Os Novos Afro Sambas - Toninho Geraes, Chico Alves e Trio JANAJU (Jaime Alem, Nair Cândia e Jurema de Cândia)

=2022 - Cd Rita Bennedit to Convida Jaime Alem - Lançamento em Outubro • Trabalho orquestrais como compositor: • Suíte Caboclinha - Concerto Para Viola Caipira e Orquestra Sinfônica, apresentada pela Orquestra Sinfônica Nacional da UFFRJ (2018) e Orquestra Sinfônica de Goiânia (2020) • Suite Influências - Com Orquestra Ouro Preto / Dezembro de 2023 Arranjos para Orquestra Petrobras Sinfônica e o grupo MPB4 , concerto "60 anos de MPB".- Outubro

de 2024 PROJETOS ESPECIAIS.Participação no filme “Música é Perfume” com Maria Bethania – Direção de Georges Gachout Participação no filme “Pedrinha de Aruanda” com Maria Bethania – Direção de Andrucha Wedington Recebeu diversos prêmios, como Disco de Ouro (1989), Prêmio Sharp 1990, Prêmio da APCA (Associação dos Críticos de Arte de SP) como melhor arranjador de

1992, entre outros.

OSRJ

ORQUESTRA DE SOLISTAS DO RIO DE JANEIRO

 

Fundada em 2005, a OSRJ - Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro - é uma Orquestra de Câmara formada atualmente por 27 músicos com larga experiência no repertório sinfônico e camerístico. Com um histórico que contabiliza inúmeras apresentações nas mais prestigiadas salas de concerto do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, a OSRJ sempre primou pela diversidade musical, valorizando a música popular, os compositores contemporâneos, e a tradicional música clássica. Pioneira na realização de concertos populares, a OSRJ apresentou em 2006 na Sala Cecília Meireles o concerto CARTOLA ETERNO, com as participações de Carlos Malta e Rildo Hora, em comemoração ao centenário do grande mestre do samba. A partir de então, muitas orquestras sinfônicas do Rio de Janeiro compreenderam a importância de reverenciar os nossos mestres populares em concertos. Entre suas principais realizações, destacamos a estreia mundial da obra “As 7 Fábulas de La Fontaine ”, do compositor catalão Xavier Benguerel; gravações para a Rádio MEC no programa “Música e Músicos do Brasil” ; parceria entre OSRJ & UERJ, promovendo concertos, interagindo com os departamentos da Universidade; apresentação do “Réquiem de Fauré” na íntegra com Coro e Orquestra; participação na gravação do CD do maestro Jaime Alem, obra “Suíte Caboclinha” ; primeira apresentação no Rio de Janeiro da cantata “Colóquio” do compositor brasileiro Camargo Guarnieri; entre muitos outros. A OSRJ também já homenageou inúmeros compositores como Noel Rosa, Nelson Cavaquinho, Guinga, Garoto, Luiz Gonzaga, Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e contou com a participação de renomados cantores e instrumentistas nos mais diversos projetos.

        OSRJ

Orquestra Carioca de Flautas 

 

Idealizada por Sérgio Barrenechea, teve a sua estréia no 1º Encontro Carioca de Flautas em 2016. Desde então, tem se apresentado com regularidade na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO. É um grupo, que prima por apresentar repertório novo na forma de composições, novos arranjos e adaptações para a formação de grupos de flautas. Que incluem flautas mais graves como as flautas em sol, flauta baixo e flauta contrabaixo. Tem predileção pela música carioca e busca valorizar e dar visibilidade à obras e compositores pouco tocados. Produziu vídeos para os canais Flauta Carioca, MusicaUNIRIO e NIS-UNIRIO no YouTube. Em 2023, realizou a estreia brasileira da obra " Elijah and the wind, para octeto de flautas (2022)” de Victor Somma na XXV BIENAL DE MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA. Em junho de 2024,

um concerto na Sala Cecília Meireles, tendo como solista a flautista Lelya Bayramoğullari

da Turquia. O ano de 2024 foi bem movimentado e a orquestra se apresentou em várias situações como na série Música no Assyrio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na série Clássicos de Câmara na Sala Carlos Couto em Niterói, no 9º Encontro Carioca de Flautas na UNIRIO, no concerto Duo Barrenechea Convida a Orquestra Carioca de Flautas no Teatro do CCJF, na abertura do Encontro das Artes 2024 da SECEC-RJ na biblioteca Parque, no V Colóquio Raça e Interseccionalidades no CCH/UNIRIO, na série Café Concerto no Centro Espírita Israel Barcelos em Bento Ribeiro, entre outras participações. A orquestra já realizou estreias de composições, arranjos e adaptações de Aurea Regina Coelho, Léa Freire, Deborah Levy, Eugene Magalif, Özge Gülbey Usta, Fernando Brandão, Sérgio Brandão, Mário Sève, Levi Chaves, David Ganc, Xandão Viana, Augusto S. Pereira da Silva, Sérgio Barrenechea e Victor Somma.

ALUAYÊ

Os novos Afro-Sambas

TONINHO GERAES - CHICO ALVES - TRIO JANAJU

  

E os novos afro-sambas, como Benguelê, Mãe Rezadeira, Paixão é Maré, Rainha Ginga, Coisas da Minha Terra e Dor de Amor, ganharam corpo e alma quando o mineiro cruzou versos e acordes com o capixaba Chico Alves, com dois álbuns lançados, parceiro de Moacyr Luz, Toninho Nascimento e Wilson das Neves. Pedi essas melodias aos Orixás, me conectando com as melodias lá de cima, revela Geraes. Ele me mandava as melodias assobiadas e eu caprichava nas letras, completa Chico Alves. Essa viagem deslumbrante à linguagem dos afro-sambas, porém, carecia de uma sonoridade capaz de transportar o ouvinte ao universo habitado pelas nossas entidades musicais. Queríamos revisitar esse universo de Baden e Vinicius, mas não tínhamos ainda a pessoa certa para fazer isso junto conosco. Buscamos por aí até conhecer pessoalmente Jaime, Nair e Jurema, que trouxeram a estética que sonhávamos para o disco, rebobina Alves. Responsável pelos arranjos dos novos afro-sambas, Alem lembra que pegou o violão logo que recebeu o convite. Disse a eles que não só estava dentro, mas que faríamos um disco histórico porque todas as músicas são maravilhosas, previu Jaime Alem, conhecido por ter sido maestro da banda de Maria Bethânia por quase três décadas.

ALUAYÊ - OS NOVOS AFRO-SAMBAS é um convite de Chico Alves, Toninho Geraes e Trio JANAJU ao terreno do sagrado, do mistério e da devoção. Ogum Yê!

   ALUAYÊ

Suzana Queiroz

(21) 99481-2414

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oliveira.alvesproducao@gmail.com

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